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:: O Movimento Empresa Junior

Empresa Júnior pode ser definida como uma associação civil, sem fins lucrativos, na qual apenas estudantes de graduação a constituem e a administram. A principal meta a ser atingida pela Empresa Júnior é proporcionar a estes estudantes a oportunidade de empregar e aperfeiçoar as informações teóricas adquiridas durante o curso, e também, desenvolver o espírito empreendedor.

A idéia de criar este vínculo entre o estudo e a sua aplicação prática surgiu na França, em 1967, e se espalhou, com sucesso, para muitos outros países. Chegou ao Brasil no final dos anos 1980 com a EJ - FGV. Em Santa Catarina, após a difusão do MEJ (Movimento Empresa Júnior) no Brasil, foi inaugurada a primeira empresa júnior, a Ação Júnior do Centro Sócio-Econômico, na UFSC.

Na Empresa Júnior aprimoram-se os conceitos de voluntariado, iniciativa, criatividade e responsabilidade. O empresário júnior tem o comprometimento com o cliente, que deseja obter resultados concretos sobre o estudo proposto.

Os objetivos da Empresa Júnior são fortes fatores que justificam a sua existência:
> Propiciar aos micro, pequenos e médios empresários um trabalho de qualidade com custos mais acessíveis;
> Incentivar o espírito empreendedor e novas lideranças;
> Colocar o aluno em contato com o mercado de trabalho desde o início da graduação;
> Complementar a formação teórica e técnico-científica com a formação prática, administrativa e social, através das situações reais de uma empresa;
> Estimular o intercâmbio entre os meios empresarial e acadêmico.


:: Eduardo no MEJ

Conheci o Movimento Empresa Junior através do EPEC - Escritório Piloto de Engenharia Civil da UFSC, num dos Ciclos de Palestra para Engenharia Civil promovidos pelo mesmo na UFSC. Entrei no Escritório no processo seletivo 2002/1, na área administrativa. Passei também pela área de marketing, e também na vice-presidência, quanto começamos a pensar numa reestruturação interna no escritório, o que resultou numa mudança no organograma.

Em julho de 2004, com o final da gestão, deixei de fazer parte como membro ativo e entrei no Conselho Consultivo, que é formado geralmente por três ex-membros.

Em meados de 2002, também entrei como membro da FEJESC - Federação das Empresas Juniores do Estado de Santa Catarina. Na Federação os objetivos são outros, mais amplos, e o esquema de trabalho é totalmente diferente de uma Empresa Júnior, o que me ajudou a desenvolver novos conhecimentos e habilidades. Deixei de participar ativamente da Federação em novembro de 2003, mas nunca perdi o contato com os colegas nem com o movimento.

Veja mais sobre a FEJESC e o EPEC nos sites:

www.fejesc.com.br
www.epec.ufsc.br

 

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